Instalações principios de base (introdução)

Por | 9 de dezembro de 2008
Facebooktwittergoogle_plusredditpinterestlinkedinmail

O que devemos saber ao nível português.

Em Portugal o espírito de bricolagém ainda não atingiu a classe consumidora, particularmente nas aldeias, a maioria do consumidores chamam a empresas muitas vezes sómente para meter um parafuso no muro para pendurar um quadro.

Por estes factos ouvimos muitas vezes o pessoal fazer queixa que ninguém quer trabalhar e que não existe ninguém para fazer um biscate.

Os profissionais quanto eles mentem aqui, ali e além afim de fazer esperar os clientes o tempo que lhes convém.

Os sistemas utilizados particularmente em pichelaria et eletricidade, ficam desta maneira intencionalmente escondidos ao grande publico de maneira a que cada consumidor seja obrigado ou quase a passar pelas empresas.

Com o espírito de melhorar esta situação, foi que este site foi lançado, espero pelo futuro que outros sites baseados noutros ramos vejam também o dia e fico a espera de fazê-los conhecer, propondo a outros sites com este espírito um partenariado privilegiado.

Venhamos então aquilo que nos interessa….

Existem dois tipos de instalações, as instalações com caixas de distribuição e as instalações bi-tubos.

As instalações bi-tubos são mais usadas com todos os materiais que não utilizam acessórios mecânicos, como o cobre soldado e o PPR.

As instalações com caixas de distribuição chamam-se também instalações de tipo polvo (tudo centralizado num local com braços para todo lado)….

Princípios de base

Antes de começar devemos saber que:

  • As instalações devem ser funcionais.
  • os diâmetros devem ser adaptados a cada situação.
  • Não devemos esperar a chegada de agua quente quando a solicitamos.
  • Devemos fazer de maneira a não ter agua parada dentro do tubos.
  • A instalação, deve ser concebida de maneira a oferecer um conforto equivalente a todas as torneiras em serviço.
  • Cada torneira ou outros componentes devem ser desmontáveis.
  • Não utilizar acessórios mecânicos ou com junta dentro dos muros ou do chão.
  • As instalações alimentadas com água publica devem dispor de um dispositivo, que impede a agua de voltar para a instalação publica, dispositivo anti-poluição.

Diâmetros

Na água fria temos a possibilidade utilizar qualquer diâmetro pois a agua é sempre fria, mesmo assim nas instalações bi-tubos convém reduzir o diâmetro da canalização central depois de ter passado cada instrumento sanitário, afim de equilibrar o débito em caso de pluralidade de torneiras em serviço ao mesmo tempo.

Na água quente convém utilizar diâmetros calculados em consequência da necessidade, nunca utilizar diâmetros mais importantes que o necessário pois a água quente é muito cara e as percas podem-se tornar num desperdício importante.

Imagine: Desde o seu esquentador até a sua torneira você tem 10 metros de tubo PEX de diâmetro 16.

  • O tubo PEX de Ø16 contém 0,133L ao metro linear.
  • Esses 10 metros contém exatamente 1,13L de água.
  • Cada vez que você espera a água quente vc perdeu 1,13 Litros de agua que arrefeceu na instalação.
  • Você precisa de agua quente 10 vezes ao dia e cada vez que você espera perde 1,13 litros x 10 = 11,3 litros de água completamente perdida.
  • Senão é possivél realizar um sistema de retorno de agua.

Nunca tinha pensado nisto, não é verdade? Veja de você mesmo se os picheleiros em Portugal fazem algum cuidado com estes pormenores.

Facebooktwittergoogle_plusredditpinterestlinkedinmail

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Virificação anti-spam *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.